quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Triste Relato

O blog recebeu esse triste relato e compartilho com vcs. Sem comentários


Olá!!
 
 

E nossa associação, como vai às coisas? Ainda não recebi o restante da minha medicação, ta faltando à insulina humalog e os insumos, desde o mês de junho que só falta o fornecedor entregar. E nada! 
Não sei mais pra quem recorrer, pois já entrei na justiça, ligo todos os dias, e nada resolvido, às vezes da vontade de desistir, mais tenho dois filhos para cuidar. Minhas lágrimas já secaram de tanto que já chorei de raiva por causa do descanso com um problema sério, é minha qualidade de vida que ta em jogo. Mas pra quem interessa! Ai vai o desabafo de uma diabética tipo 1 , que não sabe mais o que fazer.  
Obrigada, pelo menos tenho você pra ouvirem.

Um descaso total. O mais assustador é que eles dizem que tem medicação em estoque. Então, acredito que existe uma má vontade enorme de alguns membros da FMS. Procuram burocratizar ao máximo tal entrega para as pessoas desistirem. Sem falar que o Presidente da FMS, Dr. Pedro, nos garantiu que iria normalizar essa entrega dentro de uma semana. Dia 29 de agosto fazem dois meses que o prefeito Elmano vetou a Lei Enzo. E até agora, aa irregularidades na entrega das medicações continuam. 

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Governo Estadual deve fornecer remédios, decide Tribunal de Justiça-PI


Após registrar um elevado número de processos que tratam do tema, o Tribunal de Justiça do Piauí (TJPI) aprovou uma súmula, de cunho administrativo, consolidando a jurisprudência no sentido de que os direitos fundamentais de caráter assistencial, como o fornecimento de remédios pelo poder público, não necessitam de previsão orçamentária para terem eficácia jurídica.



A edição da Súmula nº01/2011 foi motivada  para que se pacifique a interpretação, tornando pública a jurisprudência e conferindo maior segurança jurídica. Também são citados precedentes de jurisprudências do TJ-PI. De acordo com a justificativa do Tribunal, “a mera alegação, pelo Poder Público, de incapacidade financeira, sustentada na teoria da reserva do possível, não pode servir de óbice à concreção dos direitos fundamentais.”

“Os direitos fundamentais de caráter assistencial, como o fornecimento de remédios pelo Poder Público, compreendidos dentro dos direitos constitucionais mínimos, indispensáveis à promoção da existência digna às pessoas necessitadas, na forma da lei, prescindem de previsão orçamentária para terem eficácia jurídica”, diz a súmula que registra a interpretação adotada por um Tribunal sobre um tema, com a dupla finalidade de tornar pública a jurisprudência para a sociedade e promover a uniformidade entre as decisões.


Fonte: Portal Meio Norte

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

DIABETES: PRECISAMOS DO APOIO DA IMPRENSA

O BRASIL PRECISA SABER!!!

É quase uma guerra, os numeros de vitimas fatais do DIABETES, é tão grande como os numeros de vitimas de uma guerra armada, e ninguém faz nada!!!
O Governo Federal lançou o Programa "Saude Não tem preço", para quem não tem acesso a informação acha que todos os diabeticos e hipertensos do BRASIL, reclamam sem motivos, mas a verdade é que além deste programa não funcionar como deveria, não são medicamentos atualizados como prevê a Lei Nº 11.347, de Setembro de 2006 no Art 1º Parágrafo 2º :

§ 2o  A seleção a que se refere o § 1o deverá ser revista e republicada anualmente ou sempre que se fizer necessário, para se adequar ao conhecimento científico atualizado e à disponibilidade de novos medicamentos, tecnologias e produtos no mercado.
Essa lista nunca foi atualizada Nacionalmente, em alguns estados o MP conseguiu que houvesse uma obrigação da distribuição de um tratamento mais moderno
Essa lista nunca foi atualizada Nacionalmente, em alguns estados o MP conseguiu que houvesse uma obrigação da distribuição de um tratamento mais moderno, mas não uma fiscalização sobre o cumprimento, os beneficiarios tentam de todas as maneiras fazer denuncias, mas eu não sei porque, nem a imprensa está dando a devida atenção a isso, não dá IBOPE? Não sei... Mas a verdade é que mais de 10% da poulação brasileira é DIABETICA.
Recentemente foi noticiado um estudo, apenas alguns jornais deram atenção a ele, "APENAS 15% DA POPULAÇÃO DIABETICA ESTÁ CONTROLADO".
Vocês ja imaginaram o impacto disso no SUS? No INSS? 
Não acredito que tenham pensado nisso, mas vou tentar explicar...Com o  Diabetes descontrolado e sorte em 10 anos começam surgir as sequelas, são elas:

Essas complicações são certas para quem não controla a glicemia, e elas causam desde cegueira a amputações, a falencia dos Rins pode ser tratada com hemodialise até que haja a necessidade de transplante duplo (rins e pancreas), Tratar as sequelas é sem duvida nenhuma, mais caro que cuidar da prevenção e cuidados, principalmente aos cofres publicos.
Vejam como o problema não é só nosso?
É um problema de todo o contribuinte, de todos que se preocupam com o futuro do SUS e INSS.
O Governo precisa investir na prevenção do Diabetes tipo 2 e na informação sobre Diabetes tipo 1, isso precisa deixar de ser um mito, é possivel controlar, é possivel viver bem.
Uma criança diagnosticada com diabetes tipo 1 antes dos 5 anos, não chegará a maioridade sendo produtivo, provavelmente ja será um aposentado sem ao menos ter contribuido com o INSS, ja custará ao SUS valores absurdos para se manter vivo, e com as informações sobre os numeros alarmantes e crescentes somado ao fato de não haver um controle efetivo por parte do SUS, as coisas ficarão realmente ruins, muito ruins... Trata-se de uma epidemia mundial, deve ser levada a serio, deve haver investimentos em pesquisas e um tratamento mais eficaz a disposição de todo e qualquer brasileiro, não apenas aqueles que podem pagar, não consigo imaginar uma familia composta de 2 adultos e 1 criança com diabetes com renda de até dois salarios minimos, fornecendo ao seu filho tudo que é necessario para um controle eficaz da glicemia, alguns conseguem na justiça, como eu consegui, mas apesar de todos os esforços e conhecimentos ja ficamos até  meses sem receber a medicação, não existe seriedade por parte dos responsáveis pela Saude, agem como se um diabetico insulino-dependente pudesse ficar sem aplicar insulina, basta alguns dias e uma internação em UTI se faz necessaria.
 É necessario divulgação da informação como ela é, é preciso alertar a população sobre a negligencia do Governo e como esse fato vai afeta-lo no futuro bem proximo.
Se existe um tratamento mais moderno e eficaz, coloque a disposição dos pacientes.
Se não pode faltar medicação e insumos, não deixe faltar.
E acima de qualquer coisa, não limite os insumos.

Eu queria entender por que só recebo 150 tiras reagentes por mês se preciso usar 250 para garantir um bom controle e um bom desenvolvimento para o meu filho? Eu não consigo entender por que de 4 em 4 meses preciso peregrinar, me estressar para receber as insulinas garantidas por liminar judicial? Eu queria entender porque não recebo agulhas para caneta de aplicação de insulina?

POR FIM, EU QUERIA ENTENDER PORQUE ISSO NÃO É NOTICIA, JA QUE MILHARES DE FAMILIAS PASSAM POR ISSO?
Divulguem nosso Abaixo Assinado pelo cumprimento da Lei Nº 11.347, de Setembro de 2006 na integra.
 http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/8743

Fonte: Eu, meu filho e o diabetes

Frutas: se consumidas de forma moderada, elas trazem grandes benefícios


Dieta não é sinônimo de restrição, mas de reeducação alimentar e, no caso de quem é portador do diabetes, a regra permanece a mesma. Por isso, não é preciso parar de comer frutas porque elas contêm frutose, um açúcar natural. Segundo a endocrinologista e nutróloga Vânia Assaly, o melhor é que o consumo continue, mas em porções controladas e optando por aquelas que trazem mais benefícios à sua saúde. Confira as frutas mais indicadas:
Maçã: ela é boa por ser fonte de diversas vitaminas, mas, na dieta de quem tem diabetes, o que ganha destaque é uma fibra chamada pectina. Ela se mostra eficiente não só no controle da glicemia como também na redução do mau colesterol. Segundo Vânia, a combinação dessa fruta cozida com canela tem resultados ainda melhores, pois prolonga a sensação de saciedade.
Blueberry: embora não seja uma fruta típica do Brasil, a blueberry desempenha um papel importantíssimo na dieta de quem tem diabetes. ?Ela tem alto poder antioxidante, reduzindo a ação dos radicais livres - associados ao envelhecimento - e prevenindo câncer, doenças cardíacas, mal de Alzheimer e muitas outras doenças?, explica a endocrinologista. Além disso, ela combate infecções e impulsiona o sistema imunológico. Fique atento, porém, ao fato de ela ter um índice glicêmico altíssimo.
Abacate: por quase não conter açúcar e por ser rico em uma gordura que aumenta o bom colesterol, o abacate é uma fruta bastante indicada para portadores do diabetes. Além disso, essa gordura nobre deixa o processo de absorção dos alimentos mais lento, prolongando o tempo de saciedade, aponta a endocrinologista Vânia. No entanto, a fruta é bastante calórica e deve ser consumida com moderação, principalmente, por quem está acima do peso.
Cereja: a cor vermelha da cereja já denuncia a sua alta concentração de flavonoides, compostos com alto poder antioxidante, antiinflamatório, antiviral, antialérgico e anticarcinogênico - combatentes do câncer. "Ela também é composta pelas vitaminas A, C e E que, juntas, são capazes de restringir a propagação das reações em cadeia e as lesões induzidas pelos radicais livres, responsáveis por danificar células sadias do corpo", explica Vânia. Entretanto, assim como a blueberry, ela eleva os níveis glicêmicos.
Limão: rico em ácido cítrico e ácido ascórbico, o limão atua beneficamente em diferentes partes do corpo. Primeiro, ele evita hemorragias, uma grande preocupação para quem tem diabetes, já que a dificuldade de cicatrização e a consequente possibilidade de infecções são maiores. Além disso, a alta concentração de ácido nicotínico protege as artérias, prevenindo problemas cardiovasculares, uma tendência para quem tem a doença. Por fim, ele diminui a viscosidade do sangue, o que é essencial, uma vez que, junto com o diabetes, existem alterações que predispõe a um maior risco de trombose.
Amora: embora tenha um índice glicêmico alto, a amora é rica em compostos que estimulam e aceleram a liberação de insulina, melhorando a síntese de glicose. Essa fruta também é responsável por normalizar a pressão arterial e atuar como bactericida e antiinflamatório, completa Vânia.
Coco: "Por ser rico em ácidos graxos e ácido láurico, o coco é um importante combatente de bactérias e fungos", explica a endocrinologista. Tais substâncias também cumprem um papel importante na nutrição das células intestinais, enriquecendo a imunidade. Por fim, a gordura do coco favorece a saciedade e reduz a inflamações, além de ser um alimento que reduz a carga glicêmica, especialmente quando combinada com outras frutas ou carboidratos.

por Laura Tavares

Fonte: Portal Diabetes

Importante - Complicações agudas do Diabetes


A cetoacidose diabética é uma das complicações agudas mais graves do diabetes. Acontece em diabéticos do tipo 1 e muito raramente no tipo 2. Se não tratada, leva os pacientes a óbito em 100% dos casos, porém, se tratada corretamente, menos de 5% dos acometidos terão esse desfecho triste.
POR ISSO É MUITO IMPORTANTE O CONHECIMENTO DESSA CONDIÇÃO POR TODOS OS DIABÉTICOS E PELOS SEUS CUIDADORES.
Como já sabemos, a insulina é fundamental para a sobrevivência do organismo, pois é ela que coloca a glicose (energia) para dentro de quase todas as nossas células.
Quando a insulina está em extrema falta na corrente sanguínea (como no caso dos diabéticos tipo 1 que não tomaram insulina, ou que ainda não sabem que são diabéticos) a glicose não consegue ‘entrar' nas células e fornecer energia. Infelizmente, nosso organismo não entende que está faltando insulina e para não ficar sem energia lança mão de outras maneiras de produzir glicose e outros compostos também energéticos.
É assim que os hormônios cortisol, adrenalina e glucagon entram em ação e promovem a formação de mais glicose pelo fígado através da utilização do tecido adiposo (gordura). Nesse processo de quebra da gordura são produzidos alguns compostos chamados corpos cetônicos que também fornecem energia, juntamente com os ácidos B- hidroxibutírico e o ácido acetoacético. Esses dois últimos acidificam o sangue e é isso que traz enorme risco a vida.
Nessa condição o paciente vai apresentar uma glicemia muito alta podendo alcançar até 600mg/dL. Os sintomas iniciais são poliúria (urinar demais), muita sede e fome. Posteriormente o paciente irá evoluir com desidratação, ritmo cardíaco acelerado (sensação de ‘batedeira'), pressão baixa, náuseas, vômitos, dor na barriga, fraqueza, confusão mental e o famoso hálito cetônico que é justamente o cheiro de cetonas proveniente desses ácidos que estão aumentados no sangue.
O tratamento é feito com reposição de líquidos através do soro fisiológico, insulina na dose correta e potássio que se encontra diminuído no sangue devido à grande quantidade de urina eliminada. A falta de potássio pode levar a sérias arritmias cardíacas que geralmente levam ao óbito. Por isso é muito importante que o tratamento seja realizado pela equipe médica o mais rápido possível. 

Fonte : Walter Miniccucci

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Estudo inédito mostra que o diabetes está fora de controle no Brasil

 
RIO - Uma doença grave, que atinge pelo menos um milhão de brasileiros - a maioria crianças e adolescentes - está sendo negligenciada. A pesquisa inédita "Estudo multicêntrico de diabetes tipo 1 no Brasil", realizada durante dois anos com 3.591 pacientes de 28 cidades brasileiras, em cinco regiões, mostrou que apenas 15% dos diabéticos têm seu nível de glicemia (a taxa de açúcar no sangue) bem controlado. Isto indica que a maioria corre o risco de complicações graves, como doenças cardiovasculares, falência dos rins, cegueira, amputações, e óbito. E o problema não é a falta de fitas para medir glicemia e insulinas - materiais distribuídos de graça - e sim a pouca conscientização para a doença, cujo índice tem aumentado em todo mundo. 

INFOGRÁFICO:Saiba mais sobre a doença
 
A pesquisa - feita a partir de dados de prontuários e questionários respondidos pelos pacientes - durou de 2008 a 2010, e se trata da maior análise sobre as condições de saúde dos diabéticos tipo 1 no Brasil, e o impacto desta doença autoimune. O levantamento, coordenado pela endocrinologista Marilia de Brito Gomes, ajudará a melhorar a conscientização sobre a doença, prevenir e tratar seus sintomas. No diabetes tipo 1, o próprio organismo ataca e destrói as células beta que produzem o hormônio insulina. Sem esta substância, a glicose não chega às células e elas ficam sem combustível para fabricar energia.
Daí a importância de se fazer o diagnóstico precoce, alerta Marilia. Os pais, professores e pediatras devem estar atentos quando a criança sente necessidade de urinar várias vezes ao dia, fome frequente, sede constante, tem perda de peso, fraqueza, fadiga e irritação.
- O diabetes pode ser controlado, mas o tratamento é complexo e envolve toda a família. Portanto, é preciso seguir à risca a orientação do médico - afirma Marilia, professora associada da Faculdade de Medicina da Uerj e do Hospital Universitário Pedro Ernesto. - Nossa pesquisa indicou que 42% dos diabéticos, principalmente crianças, tiveram diagnóstico a partir de cetoacidose, ou acidose metabólica, complicação grave que requer internação e pode matar.
Doença precoce apresenta maior chance de evolução para problemas crônicos
Ainda de acordo com o levantamento - que teve apoio da Fundação Oswaldo Cruz, da Sociedade Brasileira de Diabetes e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro - a maioria dos pacientes, 71,5%, teve o diagnóstico antes dos 15 anos, e cerca de 20% antes dos 5 anos. Isto significa que a doença tem início precoce e, portanto, apresenta uma maior chance de evolução para problemas crônicos, o que implica em maior custo para o Sistema Único de Saúde e a sociedade como um todo, diz a endocrinologista.
- Estamos diagnosticando diabetes tipo 1 numa faixa etária cada vez mais cedo. Há casos de crianças com menos de 2 anos diabéticas - alerta Marilia. - Não se sabe ainda as causas, mas o excesso de peso e o maior número de substâncias tóxicas no ambiente atacando o pâncreas, a nossa fábrica de insulina, são fatores que contribuem.
Outro complicador é que, na adolescência, o jovem diabético muitas vezes se descuida e aparecem as complicações, como danos aos rins e aos olhos, além de amputações de membros, diz a médica.
- É alto o número de pacientes que morrem antes dos 50 anos - reforça a médica.
Marilia comenta ainda que a baixa escolaridade dos pacientes, associada à baixa renda econômica familiar, entre um e cinco salários mínimos, da maioria dos entrevistados (77,4%) é uma barreira no controle adequado do diabetes.
- Cerca de 6% dos diabéticos ainda em idade produtiva estavam desempregados ou licenciados pelo INSS ou aposentados devido aos males da doença - diz Marília.
Como a maioria dos casos teve início com sintomas como idas constantes ao banheiro para urinar, sentir muita sede e perder peso, Marília, sugere a elaboração de políticas de alerta em unidades de emergência para que realizem testes de glicemia em todos que apresentarem esses sintomas.
- Entre 30% e 65% dos entrevistados não haviam se submetido a um rastreamento das complicações crônicas no ano anterior ao nosso levantamento. E o mais importante: pouquíssimos tinham realizado exames para doença cardiovascular, responsável por até 44% dos índices de mortalidade - conta a médica.
Outro problema grave no Brasil é o diabetes tipo 2, que atinge de 7 a 9 milhões da população e é causada principalmente pelo excesso de peso e sedentarismo. Do total do custo direto relacionado ao diabetes, 50% são devido a danos crônicos da doença, explica Marília.
- Nossos dados ratificam a necessidade de programas eficazes de educação em saúde no Brasil - afirma Marília.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2011/08/01/estudo-inedito-mostra-que-diabetes-esta-fora-de-controle-no-brasil-925034678.asp#ixzz1TtxAiNa0
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P.S.: OBS: Faço parte do grupo dos 15% que está controlado, mas lamento em saber que existe uma quantidade enorme de pessoas sem controle. Discordo da ideia que tem fitas e insulinas gratuitamente para todos. É uma falácia! Muitas vezes é preciso entrar na justiça para ter esse direito garantido. Só uma minoria tem acesso a isso gratuitamente e regularmente. E outra, Eu só consegui um bom controle do meu diabetes depois que consegui as fitas e insulinas mais caras. Isso é fundamental para o tratamento. Embora reconheço que falta de educação também é um agravante.A desinformação é um problema para todos. A pergunta que faço é: O que o poder público da sua cidade faz para reverter isso?

Infográfico sobre Diabetes

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